*. o colonizador inda é espectro vivo dentro da carne saindo como sangue pelas palavras pela escrita pelo ritmo pela estrutura das narrativa. essa presenssa nefasta y ridicula precisa cessar.
*. essa luta não persegue a substituissaum duma Lingua por outra. a guerrilha é nossa linguaingua: luta positiva contra a negatividade q se põe como positividade. sem meta: nunca seria instaurar uma “Lingua brasileira” mas ser contra todas as Línguas: isso do colonizador.
*. é preciso guerra irregular (guerrilha terrorismo carnaval orgia dionisismo delirio infestassão) contra a Lingua-portuguesa contra sua gramatica contra sua logica contra sua linguagem sua dicssaum sua comunicabilidade de formigueiro. as forssas dessas guerrilha devem se dar em todas as rede de forssa do entre-nos. a luta não é “interna” ou “profunda” mas em todas as extensoes da virtualidade.
*. sem teoria filosofia linguistica outra gramatica outra cultura mas movimento aleatorio fluido intocavel sem alvo: literatura devir. não luta personalista contra instituissões escritores gramaticos mas pontual vibratorio randomico. por isso nunca soferecer comalvo nunca criaralvos. a luta é por “dentro” desde “dentro” nas beirada nos descuido nos sublime nos normal da Lingua: desnaturalisar y desuniversalisar desoligarquizar y dissolver o locus de inspessão.
*. não medir forssas: os inimigos são mais fortes. o campo Lingua-portuguesa é imenso bem guardado bem justificado y a gente mesmo é os sensor os professor os vigia os delator os guarda os advogado os juiz y os carrasco y os palhasso: preconceito linguistico é preconceito social. é ouvir os servo dos servosenhores. é não ouvir o outros nas sua dimensões mas no universais da-nassaum. exatamente no campo da Lingua do outro q é o mesmo.
*. o ataque a modificassão a desnaturalisassaum a desistoricisassão se revela inesperadamente nos proprio ataque procurando sempre pontos fraco brechas irregularidades escondidos não vigiado não esperados aquilo q ja se insinua na oralidade na indignassaum no pensamento nos deslise.
*. defesa passiva sem confronto sem batalhas. não se tem nada pra perder nada pra defender nenhum lugar onde se chegar.
*. quem tem o controle da Lingua tem muito o q cuidar amparar expor. é preciso mobilidade ubiguidade independencia falta de comunicassão y de organizassão.
*. não manter as dissolussão os ataque as interferencia mas atacar em outro lugar usando sempre pouca forssa negando tudo pro inimigo.
*. sempre y onde a Lingua se manifestar. tanto nas multiplas formas lugares y sujeitos do texto quanto em todos os hipertexto y suas rede. lutar sempre em suas propria condissões no seu campo com suas arma: deixem os caum ladrar: de madrugada a gente assa eles y devora tudo ate o osso ate o tutano.
*. armas y armassões: repetissões ambiguidades replicassões jogo de espelhos labirintos hibridismos libertinagem dissimulassão imitassão ruido cacofonia aliterassão assonancia silabada elipse inversão anacoluto silepse metafora parafrases metonimia sinedoque antitese anafora aliterassão barbarismo pleonasmo estrangeirismo solessismo colizão arcaismo sinismo conexões teratologicas reenvios erros alteridades infestassoes: modos de des-fazer: tudo isso com levesa rapides ezatidão visibilidade conssistencia rigor conciencia indignassão belesa maestria tecnica conssisaum intensidade completude fragmentassão intransitividade utilidade impessoalidade desterritorializassão visualidade loucura y sonoridade: o terrorismo companheiro da guerrilha dentro da hegemonia deve agir com todos os material do seu casulo: o verossimil a mimese o mimetismo as crenssas as estetica y as politica dos fluxo imaginario criando o real não corroido nem por simples terrorrismo nem por atuassão integrada ordeira gramatical y politicamente correta. enganar eles com sua propria ilusaum: comessar comendo de dentro pra fora y de fora pra dentro.
*. alargar o maximo possivel (ate arrebentar dobrar ate se tornar irreconhessivel) esgarssar na mesma medida do hipertexto fazendo o maior numero de ataques. lutar com livros artigos cartas palestras aulas conversas imeius saites romipeiges: o sutil por dentro a dissolussão escondida.
*. ficar num esconderijo provisorio multiplo em fluxo sem nome mudando de nome sem sobrenome sem tempo y lugar. não buscar ser organizassão instituissão dissionario gramatica Literatura ou estado futuro: é a propria guerrilha (enfrentar o horror) q se difunde sem articulassão sem teoria: soltar minas q soltam minas q soltam minas sem fim: a ideia as formas as praticas do ispam-talho por dentro dos hipertextos.
*. lutar sem pensar em vitoria sem base. atacar sempre o inimigo naum somente onde ele não espera como tambem quando ele não ta: se meter na boca do monstro quando o monstro tiver dormindo y cagar la dentro. atacar y fugir. atacar tambem y sempre onde o inimigo vive onde ele ta sempre onde ele trabalha.
*. se apoderar: modificar: transgredir: retrassar caminhos y logicas remontar fazer fluir refazer seus conssumidores seus leaum de xacara.
*. a-tingir pro-fundamente o sig-ficado o sem-tido os signos y naum apenas os sig-ficantes as materia-lidades a-quilo q é visivel. in-verter o imagina-rio a m-oral a etica a po-litica as mais intimas crenssas o im-prop-rio ser q naum é posto no seu devido devir.
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